sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
ACORRENTADOS
Quem coleciona selos para o filho do amigo; quem acorda de madrugada e estremece no desgosto de si mesmo ao lembrar que muitos anos feriu a quem amava; quem chora no cinema ao ver reencontro de pai e filho; quem segura sem temer uma lagartixa e lhe faz carícias com os dedos; quem se detém no caminho para ver a flor silvestre; quem se ri das próprias rugas; quem decide a aplicar-se ao estudo de uma língua morta depois de um fracasso sentimental; quem procura na cidade os traços da cidade que passou; quem se deixa tocar pelo símbolo da porta fechada; quem costura roupas de lázaros; quem envia bonecas as filhas dos lázaros; quem diz uma visita pouco familiar. Meu pai só gostava dessa cadeira; quem manda livros aos presidiários quem se comove ao ver passar de cabeça branca aquele ou aquela, mestre ou mestra, que foi a fera no colégio; quem escolhe na venda verdura fresca para o canário quem se lembra todos os dias do amigo morto; quem jamais negligencia os ritos da amizade; quem guarda, se lhe deram de presente, o isqueiro que não mais funciona; quem, não tendo o hábito de beber, liga o telefone internacional no segundo uísque a fim de conversar com um amigo ou amiga; quem coleciona pedras, garrafas e galhos ressequidos; quem passa mais de dez minutos a fazer mágicas para as crianças; quem guardas as cartas de noivado com uma fita quem sabe construir uma boa fogueira; quem entra em delicado diante dos troncos, musgos e líquens; quem procura decifrar no desenho de madeira o hieróglifo da existência; quem não se acanha em achar o pôr-do-sol uma perfeição; quem se desata em sorriso em visão de uma cascata quem leva a sério os transatlânticos que passam; quem visita sozinho os lugares onde já se foi feliz ou infeliz; quem de repente liberta os pássaros do viveiro; quem sente pena da pessoa amada e não sabe o motivo; quem julga adivinhar o pensamento do cavalo: todos eles são presidiários da ternura e andarão por toda a parte ACORRENTADOS, atados aos pequenos amores e armadilhas terrestres.
( Paulo Mendes Campos )
( Paulo Mendes Campos )
Uma viagem de Trem
A vida não passa de uma vigem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, agradáveis surpresas em alguns embarques e grandes tristezas em alguns desembarques.
Quando nascemos, entramos em um magnífico trem e encontramos algumas pessoas, que julgamos, estarão sempre nessa vigem conosco, nossos pais. Infelizmente isso não é verdade, em uma estação eles descerão e nos deixarão órfão de seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Isso porém não nos impedirá que durante o percurso, pessoas que se tornarão muito mais especiais para nós, embarcarem. Chegam nossos irmãos, amigos, filhos e amores inesquecíveis. Muitas pessoas embarcaram nesse trem a passeio, outra encontrarão no seu trajeto somente tristezas e ainda outra circularão por ele pronto a ajudar quem precise. Vários dos viajantes quando desembarcam deixam eternas saudades, outros tantos quando desocupam seus assento, ninguém nem se quer percebe. Curioso é constatar que alguns passageiros se tornam tão raras para nós acomodam-se em vagões diferentes dos nosso, portanto, somos obrigados a fazer esse trajeto longe deles, o que não nos impede é claro que possamos ir ao seu encontro. No entanto, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já haverá alguém ocupando aquele assento. Não importa, é assim a viagem cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém, jamais retornos. Façamos essa viagem então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os outros passageiros, procuram em cada um deles o que cada um tiver de melhor, lembrando sempre que em algum momento eles poderão fraquejar e precisamos entender, porquê provavelmente nós também fraquejamos e haverá alguém que nos acudirá com sue carinho e atenção. O grande mistério afinal é que nunca saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros de viagem, nem mesmo aquele que está sentado do nosso lado. Eu fico pensando se quando descerei desse trem sentirei saudades. Acredito que sim. Me separar de muitas amizades que fiz será no mínimo doloroso, deixar meus filhos seguirem a viagem sozinhos será muito triste com certeza . . . mas me agarro na esperança de que em algum momento estarei na estação principal e com grande emoção verei os chegar. Estarão com uma bagagem que provavelmente não possuíam quando embarcaram e o que me deixará mais feliz será ter a certeza que de alguma forma eu fui um grande colaborador para que ele tenha crescido e se tornado valioso. Façamos, amigos, com que nossa estada nesse trem seja tranqüila, que tenha valido a pena e quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.
Quando nascemos, entramos em um magnífico trem e encontramos algumas pessoas, que julgamos, estarão sempre nessa vigem conosco, nossos pais. Infelizmente isso não é verdade, em uma estação eles descerão e nos deixarão órfão de seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Isso porém não nos impedirá que durante o percurso, pessoas que se tornarão muito mais especiais para nós, embarcarem. Chegam nossos irmãos, amigos, filhos e amores inesquecíveis. Muitas pessoas embarcaram nesse trem a passeio, outra encontrarão no seu trajeto somente tristezas e ainda outra circularão por ele pronto a ajudar quem precise. Vários dos viajantes quando desembarcam deixam eternas saudades, outros tantos quando desocupam seus assento, ninguém nem se quer percebe. Curioso é constatar que alguns passageiros se tornam tão raras para nós acomodam-se em vagões diferentes dos nosso, portanto, somos obrigados a fazer esse trajeto longe deles, o que não nos impede é claro que possamos ir ao seu encontro. No entanto, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já haverá alguém ocupando aquele assento. Não importa, é assim a viagem cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém, jamais retornos. Façamos essa viagem então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os outros passageiros, procuram em cada um deles o que cada um tiver de melhor, lembrando sempre que em algum momento eles poderão fraquejar e precisamos entender, porquê provavelmente nós também fraquejamos e haverá alguém que nos acudirá com sue carinho e atenção. O grande mistério afinal é que nunca saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros de viagem, nem mesmo aquele que está sentado do nosso lado. Eu fico pensando se quando descerei desse trem sentirei saudades. Acredito que sim. Me separar de muitas amizades que fiz será no mínimo doloroso, deixar meus filhos seguirem a viagem sozinhos será muito triste com certeza . . . mas me agarro na esperança de que em algum momento estarei na estação principal e com grande emoção verei os chegar. Estarão com uma bagagem que provavelmente não possuíam quando embarcaram e o que me deixará mais feliz será ter a certeza que de alguma forma eu fui um grande colaborador para que ele tenha crescido e se tornado valioso. Façamos, amigos, com que nossa estada nesse trem seja tranqüila, que tenha valido a pena e quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.
Como Escolher a Felicidade
Você deve fazer o seguinte: pela manhã ao despertar, diga para si mesmo. Que a divina ordem tome conta da minha vida hoje e todos os dias. Hoje todas as coisas funcionem para o bem. Este é um novo e maravilhoso dia para mim, sou guiado de forma divina e tudo que eu fizer vai prosperar. O Amor divino que me cerca... me envolve e me absorve e eu caminho em paz...
Sempre que minha atenção se desviar do que é bom e construtivo imediatamente a terei de volta para a contemplação do que é do que é admirável e de boa fama. Sou um imã mental ... e espiritual ... atraindo todas as coisas que me abençoam um sucesso maravilhoso em todas as minhas tarefas. Vou ser muito feliz durante o dia inteiro. Pois com um Deus vivo ... caminho ... e existo. ( Amém )
Comece todos os dias dessa maneira e assim estará escolhendo a felicidade, e será sempre uma pessoa que irradia alegria. Seja feliz. Que eu também serei feliz. Que Deus te abençoe todos os teus dias.
Sempre que minha atenção se desviar do que é bom e construtivo imediatamente a terei de volta para a contemplação do que é do que é admirável e de boa fama. Sou um imã mental ... e espiritual ... atraindo todas as coisas que me abençoam um sucesso maravilhoso em todas as minhas tarefas. Vou ser muito feliz durante o dia inteiro. Pois com um Deus vivo ... caminho ... e existo. ( Amém )
Comece todos os dias dessa maneira e assim estará escolhendo a felicidade, e será sempre uma pessoa que irradia alegria. Seja feliz. Que eu também serei feliz. Que Deus te abençoe todos os teus dias.
Segredos de Felicidade - Willian Shakespeare
Segredos de Felicidade
Depois de algum tempo você percebe a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar a alma,
Você aprende que amar, não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança,
E, começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas;
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida, e aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de algum tempo, você aprende que o Sol queima se ficar exposto muito tempo, e não importa o quanto você se importe com alguém, porque algumas pessoas simplesmente não se importam com você.
Aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando, e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar de vez em quando pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias; e o que importa não é o que você tem na vida e sim, quem você tem na vida, e que bons amigos é Deus que os colocou em nossos caminhos;
Aprende que não temos que mudar de amigos, se compreendermos que os amigos mudam e percebe que seu melhor amigo é você, podendo fazer qualquer coisa ou nada e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida, são tomadas de você muito depressa, por isso devemos deixar as pessoas que gostamos, com palavras amorosas, porque pode ser a última vez em que a vemos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm a influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Aprende que não deve se comparar aos outros, mas ao melhor que você pode ser, descobre que leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde ir, siga o caminho de Deus.
Aprende que, ou você controla os seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível, não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois caminhos e dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que a paciência requer muita prática e descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cair, é uma das poucas pessoas que o ajuda a levantar-se.
Aprende que a maturidade tem muito mais haver com os tipos de experiência que se teve, e o que você aprendeu com elas, do que quantos aniversários você lembra.
Aprende que há muito mais de seus pais em você do que você supunha que há.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se elas acreditassem nisso.
Aprende que quando se está com raiva, você tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer ser amado, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso ou viver.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes, tens que perdoar a si mesmo.
Aprende que, com a mesma crueldade com que condenas, você será, em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido, pois o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo é algo que não pode voltar a trás; portanto, plante o seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores, e você aprende que pode suportar e que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe, depois de pensar que não agüenta mais.
E, verdadeiramente, a vida tem valor e que você tem valor diante da vida.
Nossas dádivas são traidoras, e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar.
Se não fosse o medo de tentar.
Shakespeare
Depois de algum tempo você percebe a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar a alma,
Você aprende que amar, não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança,
E, começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas;
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida, e aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de algum tempo, você aprende que o Sol queima se ficar exposto muito tempo, e não importa o quanto você se importe com alguém, porque algumas pessoas simplesmente não se importam com você.
Aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando, e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar de vez em quando pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias; e o que importa não é o que você tem na vida e sim, quem você tem na vida, e que bons amigos é Deus que os colocou em nossos caminhos;
Aprende que não temos que mudar de amigos, se compreendermos que os amigos mudam e percebe que seu melhor amigo é você, podendo fazer qualquer coisa ou nada e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida, são tomadas de você muito depressa, por isso devemos deixar as pessoas que gostamos, com palavras amorosas, porque pode ser a última vez em que a vemos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm a influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Aprende que não deve se comparar aos outros, mas ao melhor que você pode ser, descobre que leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde ir, siga o caminho de Deus.
Aprende que, ou você controla os seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível, não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois caminhos e dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que a paciência requer muita prática e descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cair, é uma das poucas pessoas que o ajuda a levantar-se.
Aprende que a maturidade tem muito mais haver com os tipos de experiência que se teve, e o que você aprendeu com elas, do que quantos aniversários você lembra.
Aprende que há muito mais de seus pais em você do que você supunha que há.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se elas acreditassem nisso.
Aprende que quando se está com raiva, você tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer ser amado, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso ou viver.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes, tens que perdoar a si mesmo.
Aprende que, com a mesma crueldade com que condenas, você será, em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido, pois o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo é algo que não pode voltar a trás; portanto, plante o seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores, e você aprende que pode suportar e que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe, depois de pensar que não agüenta mais.
E, verdadeiramente, a vida tem valor e que você tem valor diante da vida.
Nossas dádivas são traidoras, e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar.
Se não fosse o medo de tentar.
Shakespeare
O que é História - Extraído do Manual do Estudante Projovem e adaptado
O que é História, por que estudá-la?
1. Para você, o que é História?
2. Qual sua importância?
3. Discuta em duplas e anote.
4. Leia e interprete:
Onde há seres humanos, tem História. As duas coisas são inseparáveis. Fazem parte do nosso cotidiano e do cotidiano de todos os seres humanos, em todas épocas e lugares (...) A História serve para que o homem conheça a si mesmo – assim como suas afinidades e diferenças em relação aos outros. Saber quem somos permite definir para onde vamos. Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou? (BOSCHI, Caio C. Por que estudar História? São Paulo: Ática, 2007, p. 11-12 )
a) O que você entendeu a partir da leitura?
b) Para esse autor, qual a importância da História para nossas vidas? Registre.
5. Outro aspecto:
(...) a cidade não conta o seu passado, ela o contém como as linhas da mão, escrito nos ângulos das ruas, nas grades das janelas, nos corrimãos das escadas, nas antenas de pára-raios, nos mastros das bandeiras (...) (CALVINO, I. As cidades invisíveis. São Paulo: Cia das Letras, 1990: p. 14-15)
a) Segundo o autor, onde podemos encontrar História?
b) Você concorda com ele? Por quê?
Como podemos notar, a História não é somente feita de heróis de guerras, presidentes, reis e rainhas. A História estuda as ações, as experiências humanas, tudo aquilo que os homens, mulheres, crianças, jovens e idosos fazem durante suas vidas, nos diferentes tempos e lugares.
A História procura compreender o modo de viver e de pensar das sociedades em constante processo de transformação, nos diversos tempos e espaços. O estudo dessa disciplina nos possibilitar perceber o movimento, as diferenças, as transformações as permanências das diversas experiências.
a) De acordo com o texto, o que estuda a História?
b) E por que é importante estudar a aprender História?
Todas as formas de manifestação das atividades humanas são fontes para o estudo da História: os escritos, as imagens, os objetos, as vozes, as expressões artísticas como a música, o teatro, a pintura etc.
Portanto, a História nos ensina a compreender quem somos, a ter respeito pelas diferenças, pelo outro, pelo grupo. Ajuda-nos a entender o mundo em que vivemos para que, juntos, possamos construir o mundo em que gostaríamos de viver!
a) Como vemos História no Mathias Velho?
b) O que sabemos da História deste Bairro?
1. Para você, o que é História?
2. Qual sua importância?
3. Discuta em duplas e anote.
4. Leia e interprete:
Onde há seres humanos, tem História. As duas coisas são inseparáveis. Fazem parte do nosso cotidiano e do cotidiano de todos os seres humanos, em todas épocas e lugares (...) A História serve para que o homem conheça a si mesmo – assim como suas afinidades e diferenças em relação aos outros. Saber quem somos permite definir para onde vamos. Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou? (BOSCHI, Caio C. Por que estudar História? São Paulo: Ática, 2007, p. 11-12 )
a) O que você entendeu a partir da leitura?
b) Para esse autor, qual a importância da História para nossas vidas? Registre.
5. Outro aspecto:
(...) a cidade não conta o seu passado, ela o contém como as linhas da mão, escrito nos ângulos das ruas, nas grades das janelas, nos corrimãos das escadas, nas antenas de pára-raios, nos mastros das bandeiras (...) (CALVINO, I. As cidades invisíveis. São Paulo: Cia das Letras, 1990: p. 14-15)
a) Segundo o autor, onde podemos encontrar História?
b) Você concorda com ele? Por quê?
Como podemos notar, a História não é somente feita de heróis de guerras, presidentes, reis e rainhas. A História estuda as ações, as experiências humanas, tudo aquilo que os homens, mulheres, crianças, jovens e idosos fazem durante suas vidas, nos diferentes tempos e lugares.
A História procura compreender o modo de viver e de pensar das sociedades em constante processo de transformação, nos diversos tempos e espaços. O estudo dessa disciplina nos possibilitar perceber o movimento, as diferenças, as transformações as permanências das diversas experiências.
a) De acordo com o texto, o que estuda a História?
b) E por que é importante estudar a aprender História?
Todas as formas de manifestação das atividades humanas são fontes para o estudo da História: os escritos, as imagens, os objetos, as vozes, as expressões artísticas como a música, o teatro, a pintura etc.
Portanto, a História nos ensina a compreender quem somos, a ter respeito pelas diferenças, pelo outro, pelo grupo. Ajuda-nos a entender o mundo em que vivemos para que, juntos, possamos construir o mundo em que gostaríamos de viver!
a) Como vemos História no Mathias Velho?
b) O que sabemos da História deste Bairro?
Por que a Geografia? por João Francisco da Costa, in A prática em sla de aula: a Geografia, uma ciência possível. Canoas, 2008.
Por que a Geografia?
A Geografia, por tantas vezes esquecidas ou simplesmente abominada, mostra hoje razões de possibilidades variadas dentro das salas de aula.
Como em uma citação de Yves Lacoste: “ A Geografia serve antes de mais nada para fazer a Guerra”, foi utilizada muitas vezes com essa intenção, sobretudo, durante a ditadura militar que aplacou o Brasil por duas décadas. Todavia, a ciência maçante do Decorar, reaparece como uma forma de compreensão dos espaços habitados ou não.
Desde sua formação como ciência institucionalizada, ainda no século XIX, com Friederich Ratzel, a Geografia demonstra poder àqueles e àquelas que dela desfrutam, sim, poder, conceito máximo de território tão amplamente analisado por nós, Geógrafos e professores de Geografia. Pensemos, decoremos, relutemos. A ciência do espaço tem potencial infinito dentro do contexto mundial atual. É ela, aquela que resenha a compreensão e designação dos espaços, dos seres, das pessoas, animais, vegetais, minerais, religiões, endemias, epidemias, medicina, culinária, cultura, enfim, a infinidade de atitudes que se estabeleçam dentro de qualquer espaço e fora dele, pois mesmo fora, há um espaço a ser analisado!
As variáveis da Nova Geografia trazem consigo a possibilidade de interpretação de fatos nunca antes imaginados e / ou negados por ela mesma, ou seja, por aqueles e aquelas que a compreendiam e tentavam doutrina-la em direções diversas, que não fossem àquelas de demonstração de análise e compreensão, pelo menos não para a grande massa.
A docência, inúmeras vezes, faz-nos refletir sobre aquilo que aprendemos e utilizamos. O estar em sala de aula, em lidar, ensinar e aprender com as educandas e educandos, nos trás a possibilidade de refletirmos sobre as teorias dessa ciência, tão amplamente analisadas na academia, mas que para nada servem se não aplicadas às questões solicitadas.
Compreender os espaços naturais, construídos, preservados, conservados são partes fundamentais da intenção máxima dessa ciência. Porém, buscar a compreensão e interpretação das relações que se estabelecem dentro desses perímetros são necessários e, quem sabe, vitais à preservação do olhar geográfico sobre o mundo e, principalmente, sobre nós mesmos e nossas convicções.
As relações culturais estabelecidas entre os variados povos, as imigrações, as emigração, as migrações fazem com que as culturais diversas acabem por estabelecerem em outros pontos que não aqueles aos quais surgiram, muitas vezes buscando formas de sobrevivência aos mesmos, sofrendo adaptações locais motivados quem sabe, pelos aspectos naturais, sociais ou econômicos daqueles que propagam sua própria cultura.
Interligar a Geografia às demais ciências é um fator de expressão cognitiva daquele e daquela que se utiliza dela. Conseguir, em seu íntimo buscar a reflexão, com o intuito pré definido da ação sobre a mesma, no sentido de (co) ligar as ciências variadas é um desafio que educadores e educadoras atuais tem que perpassar e, além disso, conquistar em sua construção de conhecimento, lembrando sempre, que o processo não destinasse somente aos educandos e educandas, mas também a nós.
Demonstrar em sala de aula essa relação é a própria força de ação tão sonhada por muitos teóricos que acreditaram e crêem em uma nova educação para todos e todas, em uma educação que possibilite não somente o já construído, mas que seja construído em um cotidiano, em uma nova perspectiva, em um dia-a-dia.
Entender que a Biologia é tão Geográfica quanto a Medicina, nos remete a conceber as relações expressas entre elas. Compreender as funções dos seres microscópicos agindo na decomposição das folhas e caules das árvores, por exemplo, nos remete a pensar na biomassa que possibilita a manutenção das florestas, que formam os Biomas naturais, sem os quais nossa sobrevivência neste planeta não seria possível, ou ainda, analisar a expansão espacial de uma epidemia, buscando formas de controle, entendendo a dinâmica da natureza no controle das pragas naturais, que também têm sua função, auxiliando a Medicina em seus campos de estudo, são formas de prestar serviços não só às teorias, mas ao planeta.
É, hoje, necessário também, buscarmos formas de representação significativa dessa ciência nas salas de aula. Para tanto, devemos nos conscientizar da importância da mesma para os educandos e educandas, não somente no sentido de transmitirmos conhecimentos básicos como localização, orientação, funções de desenvolvimento da vida no planeta, ou ainda, análise e interpretação de mapas. Necessitamos (re) buscar as alternativas possíveis de utilização da Geografia, precisamos elevar nossos pensamentos ao sentido de proporcionar àqueles e àquelas aos quais nos escutam e falam conosco todos os dias, formas de interpretar e compreender os espaços mundiais, as formas como as representações e simbologias criadas têm papel importante na sociedade em que nos inserimos.
Necessitamos saber compreender e refletir a prática docente sob uma forma desfragmentada, buscando em campos diversas explicações para um mesmo fato e fenômeno.
Em vivência podemos abordar o sentido da sacralidade dos lugares, do profano, do impenetrável, das premissas que os grupos, guetos, clãs criam para si, para suas vivências e sobrevivências em um espaço desigual e amoral como o nosso. Precisamos conceber e fazer, através da reflexão, com que educandos e educandas construam um espaço reflexivo em seu conhecimento a respeito da percepção, do conteúdo enigmático pichado nos muros, nas paredes, no que simboliza a esquina, a parada de ônibus, as relações estabelecidas pela conversa no canto da rua, nas horas de lazer, nos passeios que não ocorrem devido a falta de recursos financeiros, no que o pastor disse, na cruz que vi na Igreja, no despacho da encruzilhada.
A Geografia, por tantas vezes esquecidas ou simplesmente abominada, mostra hoje razões de possibilidades variadas dentro das salas de aula.
Como em uma citação de Yves Lacoste: “ A Geografia serve antes de mais nada para fazer a Guerra”, foi utilizada muitas vezes com essa intenção, sobretudo, durante a ditadura militar que aplacou o Brasil por duas décadas. Todavia, a ciência maçante do Decorar, reaparece como uma forma de compreensão dos espaços habitados ou não.
Desde sua formação como ciência institucionalizada, ainda no século XIX, com Friederich Ratzel, a Geografia demonstra poder àqueles e àquelas que dela desfrutam, sim, poder, conceito máximo de território tão amplamente analisado por nós, Geógrafos e professores de Geografia. Pensemos, decoremos, relutemos. A ciência do espaço tem potencial infinito dentro do contexto mundial atual. É ela, aquela que resenha a compreensão e designação dos espaços, dos seres, das pessoas, animais, vegetais, minerais, religiões, endemias, epidemias, medicina, culinária, cultura, enfim, a infinidade de atitudes que se estabeleçam dentro de qualquer espaço e fora dele, pois mesmo fora, há um espaço a ser analisado!
As variáveis da Nova Geografia trazem consigo a possibilidade de interpretação de fatos nunca antes imaginados e / ou negados por ela mesma, ou seja, por aqueles e aquelas que a compreendiam e tentavam doutrina-la em direções diversas, que não fossem àquelas de demonstração de análise e compreensão, pelo menos não para a grande massa.
A docência, inúmeras vezes, faz-nos refletir sobre aquilo que aprendemos e utilizamos. O estar em sala de aula, em lidar, ensinar e aprender com as educandas e educandos, nos trás a possibilidade de refletirmos sobre as teorias dessa ciência, tão amplamente analisadas na academia, mas que para nada servem se não aplicadas às questões solicitadas.
Compreender os espaços naturais, construídos, preservados, conservados são partes fundamentais da intenção máxima dessa ciência. Porém, buscar a compreensão e interpretação das relações que se estabelecem dentro desses perímetros são necessários e, quem sabe, vitais à preservação do olhar geográfico sobre o mundo e, principalmente, sobre nós mesmos e nossas convicções.
As relações culturais estabelecidas entre os variados povos, as imigrações, as emigração, as migrações fazem com que as culturais diversas acabem por estabelecerem em outros pontos que não aqueles aos quais surgiram, muitas vezes buscando formas de sobrevivência aos mesmos, sofrendo adaptações locais motivados quem sabe, pelos aspectos naturais, sociais ou econômicos daqueles que propagam sua própria cultura.
Interligar a Geografia às demais ciências é um fator de expressão cognitiva daquele e daquela que se utiliza dela. Conseguir, em seu íntimo buscar a reflexão, com o intuito pré definido da ação sobre a mesma, no sentido de (co) ligar as ciências variadas é um desafio que educadores e educadoras atuais tem que perpassar e, além disso, conquistar em sua construção de conhecimento, lembrando sempre, que o processo não destinasse somente aos educandos e educandas, mas também a nós.
Demonstrar em sala de aula essa relação é a própria força de ação tão sonhada por muitos teóricos que acreditaram e crêem em uma nova educação para todos e todas, em uma educação que possibilite não somente o já construído, mas que seja construído em um cotidiano, em uma nova perspectiva, em um dia-a-dia.
Entender que a Biologia é tão Geográfica quanto a Medicina, nos remete a conceber as relações expressas entre elas. Compreender as funções dos seres microscópicos agindo na decomposição das folhas e caules das árvores, por exemplo, nos remete a pensar na biomassa que possibilita a manutenção das florestas, que formam os Biomas naturais, sem os quais nossa sobrevivência neste planeta não seria possível, ou ainda, analisar a expansão espacial de uma epidemia, buscando formas de controle, entendendo a dinâmica da natureza no controle das pragas naturais, que também têm sua função, auxiliando a Medicina em seus campos de estudo, são formas de prestar serviços não só às teorias, mas ao planeta.
É, hoje, necessário também, buscarmos formas de representação significativa dessa ciência nas salas de aula. Para tanto, devemos nos conscientizar da importância da mesma para os educandos e educandas, não somente no sentido de transmitirmos conhecimentos básicos como localização, orientação, funções de desenvolvimento da vida no planeta, ou ainda, análise e interpretação de mapas. Necessitamos (re) buscar as alternativas possíveis de utilização da Geografia, precisamos elevar nossos pensamentos ao sentido de proporcionar àqueles e àquelas aos quais nos escutam e falam conosco todos os dias, formas de interpretar e compreender os espaços mundiais, as formas como as representações e simbologias criadas têm papel importante na sociedade em que nos inserimos.
Necessitamos saber compreender e refletir a prática docente sob uma forma desfragmentada, buscando em campos diversas explicações para um mesmo fato e fenômeno.
Em vivência podemos abordar o sentido da sacralidade dos lugares, do profano, do impenetrável, das premissas que os grupos, guetos, clãs criam para si, para suas vivências e sobrevivências em um espaço desigual e amoral como o nosso. Precisamos conceber e fazer, através da reflexão, com que educandos e educandas construam um espaço reflexivo em seu conhecimento a respeito da percepção, do conteúdo enigmático pichado nos muros, nas paredes, no que simboliza a esquina, a parada de ônibus, as relações estabelecidas pela conversa no canto da rua, nas horas de lazer, nos passeios que não ocorrem devido a falta de recursos financeiros, no que o pastor disse, na cruz que vi na Igreja, no despacho da encruzilhada.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
7ª BIENAL DO MERCOSUL
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Sejam todos e todas bem vindos e bem vindas 06/11/2009
É com muita satisfação que dou incío ao texto de abertura deste blog.
A turma PJU 62, do Projeto Projovem Urbano, em parceria com seu Professor Orientador (CHICO), pretende trazer a este blog, informações a respeito do desenvolvimento da turma, assim como, seus textos, trabalhos e informações variadas.
Esparamos colbaoradores e seguidores....
Chico.
A turma PJU 62, do Projeto Projovem Urbano, em parceria com seu Professor Orientador (CHICO), pretende trazer a este blog, informações a respeito do desenvolvimento da turma, assim como, seus textos, trabalhos e informações variadas.
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Chico.
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